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25.10.16

instantâneos [57]


© Museu Boerhaave, Leiden, Países Baixos

Caneta de tinta permanente Waterman [1901], pertencente a Albert Einstein, e nota manuscrita por Paul Ehrenfest [1905].
[Colecção do Museu Boerhaave, Leiden, Países Baixos.]

11.1.16

bowie

© Taschen

Pessoas como David Bowie existem para nos lembrar de que, sabendo de antemão que um dia a luz se apaga, a arte é o que torna a existência humana suportável.

30.10.15

os gatos adoram peixe, mas odeiam molhar as patas *

«Hello» é, a par de «Skyfall» e «Set fire to the rain» [por esta ordem], uma das três melhores canções de Adele, mas foquemo-nos no que verdadeiramente importa no videoclip da primeira: este casaco e este lenço.


[Sossega a "don't-kill-for-fur" que há em ti: sendo a Adele vegan, há enormíssimas probabilidades de o casaco não ser de pele verdadeira, como o da Ellie Goulding que, coincidentemente, também se fica pelas verduras.]

* Diz o povo.

26.5.15

uma possibilidade de definição [13]

«Elizabethtown» [2005]. Argumento e direcção de Cameron Crowe.
daqui

12.5.15

um pouco mais de pudor, por favor

Cyanide and Happiness © Explosm.net

Imaginemos. Imaginemos que alguém tem pretensão de concorrer a um concurso público. Imaginemos que esse alguém é licenciado em Direito. Imaginemos que esse alguém questiona se o prazo de 15 dias (fixado no aviso de abertura do tal concurso público) para envio das candidaturas se conta em dias seguidos ou em dias úteis.

Agora, cessemos de imaginar e vamos a factos. Um aviso de abertura de um concurso público é um acto administrativo. Direito e Processo Administrativo é uma cadeira do 2.º ano da licenciatura em Direito. Nessa cadeira, estuda-se o modo de contagem dos prazos fixados por acto administrativo. É suposto que alguém que seja aprovado nessa cadeira (e isso é imprescindível para se ser licenciado em Direito) saiba contar os prazos. Aliás, a contagem dos prazos é o básico-mais-básico-do-mais-basicozinho-que-há das cadeiras de direito processual.

Continuemos nos factos. O tal alguém de que falei acima usa o Facebook para dizer que pretende concorrer ao concurso público e para questionar num grupo de juristas como é que se conta o prazo, de modo a saber até quando pode concorrer. Duas almas piedosas respondem-lhe, uma delas fazendo mesmo a contagem do prazo e dizendo-lhe que tem de enviar a candidatura até ao dia "x". O alguém agradece a resposta da alma caridosa, com ponto de exclamação e tudo.

O que é que me incomoda nesta situação? Não, não é o facto de alguém licenciado em Direito não saber contar um prazo administrativo. O que me incomoda é o despudor que esse alguém tem em exibir essa sua ignorância num grupo do Facebook, à vista de qualquer membro que o integre. Uma pesquisa no Google por "como se contam os prazos em direito administrativo" ter-lhe-ia dado a resposta e eu não teria de ser confrontada com aquela tristeza de comentário/pergunta.

Já não chega eu ter de levar com gente que come de boca aberta, com gente que pousa os talheres no prato para fora, com gente que arrota no meio da rua, com gente que cospe para o chão, com gente que não toma banho, com gente que deita lixo para o chão, com gente que estaciona o carro a ocupar dois lugares, com tipos que urinam para as paredes das casas que não são deles, já não me basta ter de levar com o despudor da exibição de uma gigantesca falta de educação desta gente, ainda tenho de levar com o despudor da exibição da ignorância de aspectos básicos por parte de juristas com demasiada preguiça para ir ler a lei (ou pesquisar no Google, D'us meu!)?

Recuso-me. Recuso-me a assistir a estas demonstrações de ignorância e de preguiça intelectual. Por favor, fazei como eu: quando não souberdes alguma coisa (e são incontáveis as que eu não sei), procurai a resposta por vós mesmos, nos livros, na internet, perguntai à Mãe, ao cão, ao gato, ao periquito, mas não me obrigueis a assistir ao espectáculo decadente do vosso desavergonhado comodismo mental.

© [m.m.b.]

1.4.15

que sejam uns fabulosos 35

© explodingdog | bright colors | 2002

15.3.15

instantâneos [56]


© [m.m.botelho]

Palácio dos Melo. Antiga Faculdade de Farmácia, actual extensão da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Do interior da sala 1.1, no dia 2015.03.13.

4.3.15

«quebra-esquinas»


fonte: web
na imagem: Marlon Brando (s.d.)

A palavra do dia de hoje do dicionário online da Priberam é «quebra-esquinas», que tem dois significados, ambos informais. O primeiro é «pessoa que não tem ocupação ou não faz nada (ocioso, tunante, vadio, vagabundo)» e o segundo é «pessoa que gosta de namorar ou tem muitos namorados ou namoradas (namoradeiro, namoradiço, namorador)».

Em suma e em síntese, «quebra-esquinas» é epíteto que assenta tanto a um sujeito que evita trabalhos como a outro que passa a vida a meter-se numa carga deles.

3.2.15

instantâneos [55]

© JM Lopez/AFP/Getty Images
fonte: The Dark Room. The Baltimore Sun [photo 7]

Uma boneca abandonada entre os escombros.
Bairro de Saif al-Dawla, Aleppo, Síria.
2013.09.19

31.1.15

«so incredibly high»

© John Atkinson
fonte: wrong hands

[m. is listening to The Beatles.]

9.11.14

muro


© [m.m.b.]. Pormenor da entrada do Mauer Museum. Berlim. Agosto 2009

Um muro divide, demarca, separa, autonomiza, afasta.

E destrói-se.

[no 25.º ano após o derrube do "muro de Berlim": 1989.11.09 - 2014.11.09]

© [m.m.b.]

16.6.14

instantâneos [54]


fonte: web

27.5.14

in extremis


fonte: web

E quando eu penso que isto não pode bater mais fundo, venho a saber que há um tipo à frente de um computador que escreve num oráculo de um telejornal "extra-munção" em vez de "extrema unção".

O céu é o limite - principalmente agora, depois do sacramento final.

© [m.m.b.]

1.5.14

ainda por cima, num feriado


«Hum?!» The Beatles. 1965.
[fonte: web]

Percebes que andas demasiado absorvida pelo trabalho quando tens a seguinte conversa:
F. - Ontem li um artigo...
Eu - De que Código?
F. - ... da «Visão», mesmo.

© [m.m.b.]


As maias, flores das giestas.
Para bloquear o que se não quer.
[fonte: web]

24.4.14

"nosotras que no somos como las demás"


Lupita Nyong'o por © Christian MacDonald para a «Vogue» [Jan. 2014]
[Talvez o vestido não seja inocente.]

Escreve Tânia Jesus, hoje, no «Público Life&Style», a propósito da distinção de Lupita Nyong'o pela revista "People" como a mulher mais bonita do mundo em 2014: «Este prémio da revista People, lançado em 1990, até 2014, só tinha sido entregue por três vezes a mulheres não caucasianas [...]».

Atente-se na subtileza da linguagem: «mulheres não caucasianas», como se o mundo se dividisse entre «mulheres caucasianas» e todas as outras que o não são. Interrogo-me sobre a necessidade da divisão, sobre a infelicidade da distinção, sobre o preconceito que evidencia a qualificação pela negativa.

Se optaram por definir algo pela negativa, interrogo-me, ainda, porque não optaram também por dizer que o prémio só distingue «não homens», já agora. Seria só mais evidentemente ridículo, mas, pelo menos, mais ridiculamente coerente.

[Nota: «Nosotras que no somos como las demás» é o título de um livro que Lucía Etxebarría publicou em 1999.]

© [m.m.b.]

15.4.14

uma possibilidade de definição [12]


© Elliott Erwitt [1977]
[fonte: web]

7.4.14

nunca como os outros

Os colóquios dos penalistas nunca foram como os outros. No "Medalha Beccaria: entrega a Jorge de Figueiredo Dias", que decorreu na sexta-feira, o Professor Arroyo Zapatero referiu expressamente o fado que Patxi Andión compôs e canta com Ana Moura e citou Pessoa:

Vaga, no azul amplo solta,
vai uma nuvem errando.
O meu passado não volta
não é o que estou chorando.


Depois de uns segundos em suspenso, retomou-se o tema das sanções penais. Os colóquios dos penalistas nunca serão como os outros.

© [m.m. botelho]. 2014.
A mesa do Colóquio "Medalha Beccaria: entrega a Jorge de Figueiredo Dias", 04.04.2014, FDUC. Da esquerda para a direita, vêem-se: Luigi Foffani (Professore Ordinario na Università di Modena e Reggio Emilia e Secretário-Geral-Adjunto da SIDS), Stella Maris Martínez (Defensora General de la Nación Argentina), José de Faria Costa (Provedor de Justiça e Professor Catedrático na FDUC), António dos Santos Justo (Presidente e Professor Catedrático na FDUC), Joaquim Ramos de Carvalho (vice-Reitor da UC e Professor Auxiliar na FLUC), Jorge de Figueiredo Dias (Professor Catedrático na FDUC), Luis Arroyo Zapatero (Professor Catedrático na Facultad de Derecho y Ciencias Sociales da Universidad de Castilla La Mancha e Presidente da SIDS) e Anabela Miranda Rodrigues (Presidente do IDPEE e Professora Catedrática na FDUC).

© [m.m.b.]

1.4.14

que sejam uns fabulosos 34


[fonte: web]

26.3.14

razões para abril [1]


Parada da «Mocidade Portuguesa», 1 de Dezembro de 1940, Lisboa.
[fonte: Fototeca do Palácio Foz, Lisboa]
In Fernando Rosas (coord.) - Estado Novo. Lisboa: Editorial Estampa, 1994

«[Q]uando o deus tonitroante e dogmático dos exércitos, das pátrias, dos profetas salvíficos e dos caudilhos desce à terra, a atmosfera da liberdade fica rarefeita e estiola até à asfixia.
E quando morre a atmosfera da liberdade, da política como experiência humana do erro e da sua rectificação, morrem também os cidadãos, transformados em átomos, em membros de um rebanho social pronto a oferecer-se em imolação pelas mais sórdidas e vazias das causas

Viriato Soromenho-Marques - A Era da Cidadania.
Mem Martins: Publicações Europa-América, 1996, p. 38
.

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