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16.1.19

«Precisamos de Ti para isso.»

«Meu Deus. Que Estás no Reino do Céu, que é dentro de nós. [...] [U]m céu. Precisamos de Ti para isso. O Inferno podemos nós próprios fazê-lo.»

__ Margaret Atwood, A História de uma Serva, 1.ª ed [trad. Rosa Amorim]. Lisboa: Bertrand Editora, 2013, p. 223.

29.10.18

não fraquejarão

O resultado das eleições de hoje no Brasil foi favorável a Bolsonaro, mas a verdade é que a sua ignorância, o seu atavismo, a sua falta de cultura democrática, a sua demagogia, o seu populismo, a sua homofobia, a sua xenofobia, o seu racismo, o seu machismo, a sua violência, o seu extremismo, o seu ódio, o seu isolacionismo, a sua incapacidade, o seu obscurantismo só vencerão alguma coisa no dia em que se calarem as vozes que o denunciam, o desmascaram e o combatem e isso, minhas caras e meus caros, não permitiremos que aconteça. A resistência seguirá e os braços e as gargantas não fraquejarão.

© [m.m.botelho]

11.1.16

bowie

© Taschen

Pessoas como David Bowie existem para nos lembrar de que, sabendo de antemão que um dia a luz se apaga, a arte é o que torna a existência humana suportável.

1.4.15

que sejam uns fabulosos 35

© explodingdog | bright colors | 2002

9.11.14

muro


© [m.m.b.]. Pormenor da entrada do Mauer Museum. Berlim. Agosto 2009

Um muro divide, demarca, separa, autonomiza, afasta.

E destrói-se.

[no 25.º ano após o derrube do "muro de Berlim": 1989.11.09 - 2014.11.09]

© [m.m.b.]

5.11.14

cool & calm

«[T he successful person] is always prepared. Even in failure, he is composed. He is not easily discouraged. [He] considers his struggles to be a kind of sport, and he approaches them as he would a game. He contends with life's difficulties in a relaxed and pleasant manner. He keeps a clear head even when things go wrong. And please believe me when I tell you: successful people are never sore losers; they're the ones who don't whine and give up after every failure. Indeed, they are the ones who keep their chins up, weather life's misfortunes, and live to fight another day. Who will be first to fail the test? The timid and the faint of heart. The whiners, the complainers. He who goes to the exam cool and calm is already halfway there. Such people are in great demand today. That is, I believe, the secret of success

Water Benjamin cit. in
Rosenthal, Lecia (ed.) - Radio Benjamin (Jonathan Lutes (trad.)). London: Verso, 2014
.

7.4.14

nunca como os outros

Os colóquios dos penalistas nunca foram como os outros. No "Medalha Beccaria: entrega a Jorge de Figueiredo Dias", que decorreu na sexta-feira, o Professor Arroyo Zapatero referiu expressamente o fado que Patxi Andión compôs e canta com Ana Moura e citou Pessoa:

Vaga, no azul amplo solta,
vai uma nuvem errando.
O meu passado não volta
não é o que estou chorando.


Depois de uns segundos em suspenso, retomou-se o tema das sanções penais. Os colóquios dos penalistas nunca serão como os outros.

© [m.m. botelho]. 2014.
A mesa do Colóquio "Medalha Beccaria: entrega a Jorge de Figueiredo Dias", 04.04.2014, FDUC. Da esquerda para a direita, vêem-se: Luigi Foffani (Professore Ordinario na Università di Modena e Reggio Emilia e Secretário-Geral-Adjunto da SIDS), Stella Maris Martínez (Defensora General de la Nación Argentina), José de Faria Costa (Provedor de Justiça e Professor Catedrático na FDUC), António dos Santos Justo (Presidente e Professor Catedrático na FDUC), Joaquim Ramos de Carvalho (vice-Reitor da UC e Professor Auxiliar na FLUC), Jorge de Figueiredo Dias (Professor Catedrático na FDUC), Luis Arroyo Zapatero (Professor Catedrático na Facultad de Derecho y Ciencias Sociales da Universidad de Castilla La Mancha e Presidente da SIDS) e Anabela Miranda Rodrigues (Presidente do IDPEE e Professora Catedrática na FDUC).

© [m.m.b.]

1.4.14

que sejam uns fabulosos 34


[fonte: web]

29.1.14

disciplina de veto


«The hustler» [1961], de Robert Rossen
[fonte: web]
«N
ada é mais forte do que uma ideia cujo tempo chegou».
Provérbio alemão

12.3.13

«that sounds crazy»


[visto aqui]

«Every medical advancement started with the statement "that sounds crazy".»
Derek Shepherd [interpretado por Patrick Dempsey], em Grey's Anatomy

O mesmo poderá dizer-se de alguns desafios que aceitamos e a que nos propomos, de algumas reviravoltas que imprimimos à nossa vida e que nos fazem ficar de pernas para o ar. Oxalá sejam avanços, quando tudo o que desejamos é que sejam, mais do que tudo, avanços.

© [m.m. botelho]

4.1.13

ao quarto dia

2013 ainda há pouco começou e eu já gosto tanto dele. Isto promete. Prometo.
[Caramba.]

© [m.m. botelho]

28.12.12

os últimos cinco meses

Férias de Verão curtíssimas, uma contrariedade, uma volta por cima, uma notícia que me deixou felicíssima e uma concretização em marcha (porque será que as coisas muito más e as coisas muito boas costumam acontecer-me quase em simultâneo?), o arranque de um projecto em parceria, muitas letras, um voo, uma semana de descanso outonal, umas marteladas e um nariz novo que respira bem melhor, monumentais dores de dentes, outras dores que nem sei adjectivar, livros, pc, ténis com pinta, sapatos com muita pinta, relógios com toda a pinta, sushi, massada de peixe, bons vinhos, pequeno-almoço à beira-mar, boa companhia, muitas gargalhadas, camisolas quentinhas, camisas como eu gosto, ser o ombro de um ombro, bananeiro, mimos do F., mimos de todos, o alinhavar de mais um projecto em parceria, saudades mortas-morridas-matadas de quem gosto, o homicídio acordado de outras saudades, o adeus aos cigarros.

Chamo-me marta e estas são algumas pinceladas dos meus últimos (extraordinários) cinco meses.

© [m.m. botelho]

28.6.12

uma possibilidade de definição [9]

visto aqui

[É isto mesmo, sem tirar nem pôr: andar em cima dos próprios pés.]

© [m.m. botelho]

25.6.12

instantâneos [51]

visto aqui

11.6.12

ainda há muito para colher

Ainda não sei muito bem como vai terminar este meu ano de 2012. Pode ser um ano de concretizações em vários domínios, assim esteja a sorte do meu lado [porque o esforço que me cumpre fazer está a ser feito até à medula], ou pode ser o seu contrário.

Não sou, naturalmente, uma optimista, é verdade. Quando olho para o copo, a minha primeira tentação é vê-lo sempre meio vazio. Porém, porque percebi que isso não me traz vantagem alguma [ao contrário, traz-me algum sofrimento antecipado que, as mais das vezes, é perfeitamente evitável], fui procurando, ao longo da vida, contrariar sempre essa tendência. E consigo fazê-lo de tal modo que, quando dou por mim, estou a meter-me em quinhentas mil coisas em simultâneo e a acreditar piamente que vou fazer todas com o maior sucesso. Embora sinta o nervoso miudinho, acredito sempre que sou capaz e faço-me à vida. Umas vezes correu tudo bem, outras vezes só algumas coisas deram certo.

Até ao momento em que comecei a achar que não seria capaz de ultrapassar determinado obstáculo e em que alguém me confrontou com um visionamento das minhas conquistas numa espécie de "rewind" da minha vida, nunca vi isto de contrariar o meu cepticismo intrínseco como uma capacidade. Achava que o fazia porque era suposto, porque «quem não trabuca não manduca» e é preciso encarar os desafios de frente se queremos alcançar os objectivos que traçámos quando eles não são fáceis. Todavia, não é assim. Na realidade, contrariar o meu pessimismo é mais do que uma forma de estar "porque é suposto". É, verdadeiramente, uma valência que eu tenho e que posso utilizar em todos os campos da minha vida.

Nem sempre consigo fazê-lo com a mesma leveza. Há dias em que avançar contra o vento me retira do corpo pedaços de carne, me extenua, me obriga a «fazer das tripas coração» e quase me faz parar. E há dias em que essas "feridas" e esse cansaço são sentidos, mas não me derrubam e me permitem, apesar de tudo, avançar.

Não há um dia da minha vida em que, desde há uns tempos largos [falo de anos], eu não tenha consciência disto e não me aperceba exactamente de quando tenho de contrariar o meu pessimismo. Este é um dos anversos de ter metas, sei-o. Sei-o porque sempre vivi tendo propósitos, sabendo por que é que era preciso sair da cama todos os dias, mesmo quando os dias eram garantidamente cinzentos. E não houve um dia em que eu tenha ficado na cama, fosse qual fosse a cor do meu céu.

[Admito que, antes de o poder afirmar, tive de passar a minha vida a pente fino, por não querer correr o risco de fazer uma afirmação falsa. Sei que é verdade o que digo: não houve mesmo um dia em que eu tenha ficado na cama.]

Eu não posso - nem quero - queixar-me de nada. Tive alguns momentos na vida em que a sorte não me acompanhou, mas acredito que isso era o necessário para fazer de mim a pessoa que sou hoje. Acredito que as partidas que a vida nos prega servem para fazer de nós pessoas melhores, se quisermos aprender as lições. Acredito que mesmo o pior que nos sucede encerra a virtude de nos recordar, por um lado, que não devemos permitir que volte a suceder-nos e, por outro, que lhe sobrevivemos. Tudo isto se traduz numa série de "vitórias", umas pequeninas, outras enormes, que cada um vai amealhando. Superar uma "derrota" é uma "vitória", tal como superar uma perda é um ganho. Se quisermos.

Quando me olho ao espelho não me deslumbro com o que vejo. Vejo, tão-somente, alguém que chegou até onde eu estou inteira e sem mazelas de maior. Sei que as minhas grandes "derrotas" ainda estão por vir e não tenho a certeza de que lhes sobreviverei inteira, como até aqui. Não tenho a certeza, mas tenho a esperança, porque sei que tenho as valências necessárias para, pelo menos, lhes fazer frente. E também porque não estou e não me parece que alguma vez vá ficar sozinha na minha vida. Tenho o privilégio de ter nela gente maravilhosa, pessoas que me incentivam, que me ajudam, que me reforçam. Uma mão cheia de pessoas decentes com quem me cruzei por laços de sangue ou mero acaso, que já me deram provas mais do que suficientes, em momentos em que poderiam ter dado provas do oposto, de que são isso mesmo que lhes chamei: pessoas decentes.

Não sei se vou concretizar todos os objectivos que tracei para este ano de 2012, mas sei que vou lutar por eles com todas as minhas forças. Não sei, ainda, como terminará este ano, mas tenho esperança de que termine exactamente como imaginei e me estou a empenhar para que suceda. Olho para as "barreiras" que tenho de saltar nesta corrida e "tiro-lhes as medidas". Olho para as minhas pernas e acredito que terão a destreza necessária para se elevarem acima delas. "Treino" todos os dias para que assim seja.

A vida pode ser objecto de um sem número de metáforas, mas todas elas têm de contemplar o bom e o mau. E se eu já ganhei tantas medalhas, por que raio haverei de pensar que não serei capaz de ganhar mais umas quantas neste ano de 2012? «Até ao lavar dos cestos, é vindima», disseram-me uma vez, num momento de grande desânimo. Pois bem: ainda há muito para colher.

© [m.m. botelho]

6.6.12

instantâneos [50]

visto aqui

«Focus, baby, focus»! Repetir isto muitas vezes. Dizê-lo a mim mesma. Acreditar que este é, sem sombra de dúvidas, o meu tempo de concretizações, o meu tempo de felicidade. Porque ele não chega quando queremos e muito menos quando achámos que tinha chegado, mas tão somente quando é o momento, quando outras viagens estão cumpridas, quando as bastantes provas estão dadas. Estar atenta, estar alerta, para que as oportunidades não passem ao lado, não passem em vão. Para que em vão não seja a vida. Por mim, por mim, por mim.

© [m.m. botelho]

30.4.12

«it's time to move on»

visto aqui

Isto por aqui tem andado um pouco parado, bem sei, mas se há algo que a minha vida não tem tido é quietude ou silêncio. Ando concentrada e ocupada no que, agora, me é verdadeiramente importante, ou melhor ainda, no que me é exclusivamente importante: os meus objectivos pessoais e profissionais e as pessoas que gostam de mim e tanto mo têm demonstrado.

Aparentemente estática, a minha vida tem sofrido bastantes modificações. A verdade é que pode manter-se tudo aparentemente igual e, no entanto, uma vista mais cuidada permite topar que são grandes as mudanças. Às vezes, andam-se quilómetros sem, aparentemente, sair do sítio.

Este não é o tempo de parar, mas antes o de prosseguir caminho, porque o entusiasmo e a alegria que me têm acompanhado exigem que não pare, que dê o máximo, que continue até que a meta esteja alcançada. A rota está mais à vista, os pés pisam com outra confiança, por isso, como diz a imagem que ilustra este tempo, é tempo de continuar, tempo de seguir em frente. Até porque os dados que importam estão lançados e eu nunca fui mulher de me amedrontar perante os desafios, por maiores que eles sejam.

No sábado cumpriu-se a primeira parte de um. Segue-se a sua continuação e outros, porventura mais absorventes, mas não menos interessantes. Ter planos, objectivos, propósitos é o que nos faz mover. E eis que é o tempo, sem mais delongas, de me mover.

© [m.m. botelho]

19.3.12

instantâneos [49]

visto aqui

Um par de frases muito sábias. Passa tanta, tanta gente pela nossa vida que não fica nela para sempre que já devíamos nascer com isto incutido no ADN! Obviamente, também há um motivo para que nós não fiquemos na vida das outras pessoas (as moedas têm sempre duas faces).

Às vezes, sair da vida dos outros custa, só se consegue dando pequenos passos, lentamente, mudando rotinas e hábitos, mas consegue-se.

[Porque precisamos de nos libertar dos outros. Porque precisamos que os outros se libertem de nós.]

© [m.m. botelho]

16.3.12

«we are the people that rule the world»


Empire Of The Sun. «We Are The People».
Do álbum «Walking on a Dream» [2008].

Por muito que nasçam dias em que custa a acreditar, acreditemos, acreditemos sempre que, pelo menos no nosso mundo, nós ditamos as regras e nada nem ninguém nos tirará esse poder.

8.3.12

uma possibilidade de definição [7]

© Mrs. Jarvis
visto aqui

Conjugar com o escrito aqui, sff.

© [m.m. botelho]

eu

[m.m. botelho] || Marta Madalena Botelho
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