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26.11.10

just for the technique

Stuart A. Staples, «One more time».
Do álbum «Leaving Songs» [2006].

19.11.10

dias de chuva


Tiago Bettencourt, «Canção simples».
Do álbum «O Jardim» [2007].

9.11.10

fairytale endings

Jack Savoretti, «Harder Than Easy».
Do álbum «Harder Than Easy» [2009].

9.10.10

never run


Sting, «An englishman in New York».
Do álbum «...Nothing Like the Sun» [1987].

«A gentleman will walk but never run», canta Sting.
Uma senhora também não, acrescento eu.

© [m.m. botelho]

16.9.10

«a simple meeting of the minds»


Scissor sisters. «Fire with fire».
Do álbum «Night work» [2010].

19.8.10

you can try, but it won't


The Beatles. «Can't buy me love».
Do álbum «A hard day's night» [1964].

14.8.10

«will time make us wise?»


Lhasa de Sela. «Is anything wrong».
Do álbum «Rising» [2009].

is anything wrong?
oh love, is anything right?
and how will we know
will time make us wise?

9.8.10

«save you»


Kings of Convenience. «I don't know what can save you from».
Do álbum «Quiet Is The New Loud» [2004].

30.7.10

«bitter knowledge»


Rufus Wainwright. «Go or go ahead» [ao vivo].
Do álbum «Want One» [2003].

18.7.10

«the best for our lives»


Beirut. «A sunday smile».
Do álbum «The Flying Club Cup» [2007].

14.7.10

«a little bit harmful»


Rufus Wainwright. «Cigarettes and chocolate milk» [ao vivo].
Do álbum «Poses» [2001].

14.1.10

real life

«is it pleasing
six hundred thousand miles and all this solitude.
I know what is pleasing:
what I'll find beneath your new pair of glasses.»



Joan as Police Woman. «Real Life».
Do álbum «Joan as Police Woman» [2006].

16.12.09

listas

© Wulffmorgenthaler [15.12.2009]

Com o aproximar do final do ano é comum serem publicadas em blogues listas de tudo e mais alguma coisa. As mais comuns são as listas de concertos, filmes e livros do ano, uma espécie de estatuição dos autores dos blogues onde afirmam as suas eleições e, simultaneamente, sem pudor exibem a sua necessidade de evidenciar o quão eruditos e culturalmente actualizados são, antes de tudo o resto que posso admitir motive a publicação de posts do género. Sem rodeios e sem ironia: todos os bloggers são narcisistas e ser blogger e admiti-lo é um bom começo.

Não me parece que venha algum mal ao mundo por se mencionarem concertos, filmes e livros em blogues, sendo até muito útil. Foram muitas as vezes em que um filme ou um livro me escaparam e nos blogues encontrei a referência que mo revelou. O que já me parece absolutamente dispensável é a hierarquização desses itens e por vários motivos. Em primeiro lugar, porque a ordenação das listas corresponde sempre a critérios subjectivos, estabelecidos pelo autor do blogue e, regra geral, não partilhados com os leitores. Depois, porque me parece descabido comparar livros escritos em registos completamente diferentes, como por exemplo, policiais e poesia, tal como me parece descabido comparar concertos de registos tão díspares como, por exemplo, Nitin Sawhney no Coliseu dos Recreios e Daniel Barenboim no Grande Auditório da Gulbenkian. Por outro lado, não vejo qualquer utilidade em hierarquizar o produto da criação cultural a não ser em dois títulos: o bom e o mau, o recomendável e o evitável - ainda que essa classificação possa ter uma generosa dose de subjectividade, também.

É frequente ler comentários no espaços de crítica dos jornais onde os leitores discordam da apreciação feita pelo crítico. Provavelmente, isto sucede porque os critérios do crítico e do leitor são bastante diferentes. Todavia, a crítica tem sentido como apreciação da obra, o que já não me parece suceder com a hierarquização.

A verdade, porém, é que o mundo dito cultural está organizado em listas. É assim, desde logo, para a atribuição de prémios. O que importa é que cada um de nós não fique refém dessas classificações organizadas e possa apreciar, por exemplo, uma película que nem sequer foi nomeada para os Bafta Awards com o mesmo deleite com que aprecia o vencedor da categoria de melhor filme. E quando digo apreciar, refiro-me a apreciar por si, pelos seus critérios, pelos seus gostos pessoais, pelos seus próprios interesses, que são certamente tão diversificados como as folhas de um choupo.

Pela minha parte, não perco um minuto a classificar e hierarquizar o que vi, li e ouvi. Destrinço o bom do mau, para repetir (às vezes, muito) o primeiro e evitar o segundo. De resto, guardo para mim a recordação do que senti quando usufruí de cada um dos momentos que esses filmes, concertos e livros me proporcionaram, com a consciência de que cada um deles foi diferente, desde logo porque eu também não sou a mesma a todo o tempo. Do mesmo modo, não dou grande importância às listas que são publicadas, embora respeite as escolhas. O que eu não consigo mesmo é ver nelas utilidade e razão de ser.

© Marta Madalena Botelho

21.11.09

7:32 de aproximação ao sublime


Cecilia Bartoli e Il Giardino Armonico [direcção de Giovanni Antonini]. «Son qual nave ch'agitata», da ópera «Artaserse» [1734], de Riccardo Broschi [c. 1698–1756].
Do álbum «Sacrificium» [2009].

4.11.09

outono


Bosques de mi mente. «Paseo 3, Otoño».
Do álbum «Lo-Fi» [2007].

17.9.09

«maybe not»

«Maybe Not», de Cat Power, é uma canção cuja música é construída a partir de (apenas) quatro acordes, na mesma sequência de ritmo igual e constante, ao som solitário do piano. E, contudo, a melodia não se torna repetitiva para o ouvinte, porque sobre ela está a mensagem da letra, que prende do princípio ao fim. A tudo isto soma-se a voz inigualável de Cat Power, pincelada por ela mesma também em «backing vocals» com passagens, diga-se, de uma beleza rara e inesperada. «Maybe Not» não é só uma grande canção; é um hino à simplicidade e ao desejo.

© Marta Madalena Botelho


Cat Power. «Maybe not».
Do álbum «You are free» [2000].

there's a dream that I see
I pray it can be
look cross the land
shake this land
a wish or a command

a dream that I see
don't kill it, it's free
you're just a man
you get what you can
we all do what we can

so we can do just one more thing
we can all be free
maybe not in words
maybe not with a look
but with your mind

listen to me
don't walk that street
there's always an end to it
come and be free
you know who I am
we're just living people
we won't have a thing
so we've got nothing to lose
we can all be free
maybe not with words
maybe not with a look
but with your mind

you've got to choose
a wish or command
at the turn of the tide
is withering thee
remember one thing
the dream you can see
pray to be, shake this land

we all do what we can
so we can do just one more thing
we won't have a thing
so we've got nothing to lose
we can all be free
maybe not with words
maybe not with a look
but with your mind
but with your mind

11.9.09

«kronos»

Tenho ouvido «Kronos», o último trabalho de Cristina Branco. É uma das sonoridades mais interessantes que ouvi em 2009 e só posso lamentar não ter dado a esta gravação a atenção que ela merece antes. Obviamente, quem ficou a perder fui eu.


Uma das «canções» do álbum chama-se «Tango».

Um tango
que é um fado
que é uma canção
que é um poema
que é simplesmente magnífico.


Cristina Branco. «Tango».
Do álbum «Kronos» [2009].

© [m.m. botelho]

20.7.09

uma mulher na lua

Quando era adolescente, passei muitas horas da minha vida a ouvir e a cantar «Man on the moon», dos R.E.M.. Na altura acreditava que um dia alguém poria uma mulher na Lua, só para equilibrar as coisas, porque afinal de contas o fato de astronauta que se ajusta para um corpo masculino também se ajusta para um feminino. Entretanto, deixei de ser adolescente, há muito tempo que não ouvia esta canção e não consta que nos últimos quarenta anos (nem antes) eles tenham posto uma mulher na Lua.
Quando penso nisso fico triste, porque tudo poderia ter sido diferente. Uma mulher nunca daria calinadas na gramática ao pousar o pé na Lua, como fez o Armstrong há quarenta anos quando se esqueceu de dizer o artigo definido antes do «man». Se eles tivessem posto uma mulher na Lua, a estas horas eu poderia estar simplesmente a ouvir esta canção dos R.E.M. e a recordar-me dos meus bons velhos tempos do liceu, em vez de me pôr a fazer a análise morfológica da frase do Armstrong. Mas não, tinha de ser um homem. Ainda por cima, um que não dominava por aí além a gramática das frases que ficam para a História.


REM. «Man on the moon».
Do álbum «Automatic for the people» [1992].

© Marta Madalena Botelho

8.6.09

gosto tanto deste vídeo...


... realizado por Marco Morandi.
Dustin O'Halloran. «Opus 23».
Do álbum «Piano Solos Vol. 2» [2006].

27.1.09

lov again


Sara Lov. «New York».
Do álbum «The Young Eyes» [2009].

eu

[m.m. botelho] || Marta Madalena Botelho
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