4.9.11

«uma breve confissão»


A Caruma. «Nossa Senhora do SIS».
Do álbum «A Caruma» [2010].

«Esta mente de que tens medo
nunca foi nenhum brinquedo.
Queres-me toda ou só "assim-assim"? [...]
Estes olhos não são património!
Estas pernas não são património!
Os ciúmes idiotas, as conquistas, as derrotas:
medo, é medo, muito medo de falhar!»


Adorei toda a letra desta canção, mas especialmente esta parte que aqui destaco. Tão verdade, às vezes, meu Deus, tão verdade!

© [m.m. botelho]

3.9.11

"em que é que está a pensar?"

Acerca do post anterior, perguntaram-me em conversa em que é que eu estava a pensar, concretamente, quando o escrevi. Respondi que aquilo em que eu estava a pensar não interessa ao leitor, pois a este apenas interessa aquilo em que ele próprio pensar aquando da leitura.

Isto é o mesmo que dizer que este blogue é um repositório de reflexões minhas, que partem de mim e são para mim. Não escrevo a antecipar o que os que vão ler vão sentir, pensar ou achar sobre aquilo que eu escrevi. Escrevo para mim [já aqui o disse, mas repito]. Sendo assim, é óbvio que as coisas que aqui são ditas podem ter uma interpretação e um significado para mim e outros para o leitor. E isso, que importa?

Este blogue raramente é uma plataforma de diálogo, se é que alguma vez o foi, a não ser para pessoas a quem eu aviso previamente e, regra geral, para falar de experiências boas que passámos juntos. Este blogue não tem como propósito entabular conversações, enviar mensagens, dar conselhos, "cagar leis" sobre a vida e o mundo para ninguém, a não ser para mim mesma. Raramente escrevo sobre os outros, porque eu é que sou o meu mais interessante objecto de análise. Isto talvez se chame narcisismo, mas neste momento estou muito pouco interessada em classificações de escola e muito mais interessada noutros aspectos e noutros assuntos.

Aqui, escrevo sobre mim, sobre o que eu sinto, sobre o que eu penso, sobre o que eu faço, sobre o que eu desejo. Não vale a pena ler os meus textos como se fossem algo mais do que isto: não passam de solilóquios meus. Também já disse aqui que, na vida, sou uma mera aprendiz sem pretensões de chegar a mestre e isso mantém-se. Não tenho vocação para ensinar a ninguém coisa alguma, só tenho vocação para partilhar com os outros as conclusões a que eu vou chegando, as quais têm a importância que se lhes quiser dar.

O que interessa ter em mente quando se lê qualquer post deste blogue é a frase que está lá em baixo, da autoria do filósofo canadiano Marshall McLuhan (que, curiosamente, morreu no mesmo ano em que eu nasci) e que diz assim: «I don't necessarily agree with everything I say». Porque esta frase não está lá em baixo, permanentemente visível, por acaso: está lá porque reflecte a minha inteira noção de que a mudança pode ocorrer na minha vida, de que o que penso não é estático, de que sei que às vezes tenho de repetir muitas vezes a mesma ideia para acreditar um pouco mais nela, porque a vida em sociedade assim obriga. Até esta frase, portanto, pode ter muitas interpretações.

Voltando ao post anterior. Quem o ler haverá de pensar no que quiser, naquilo que lhe fizer ressonância. Pode pensar em acontecimentos como a guerra, o Holocausto, a morte da Mãe, a perda de um Filho, a traição de um marido, a cobardia de um colega de trabalho, um fracasso pessoal, no que quiser! Aquilo em que eu pensei quando o escrevi, repito, é o que menos importa. Porque aquilo em que eu pensei apenas a mim diz respeito, apenas à minha vida se aplica e não é propósito deste blogue que a minha vida sirva de espelho a ninguém para que nele se reveja ou nele espreite para me tentar encontrar. Não é pela leitura de um blogue que se conhece o seu autor ou, sequer, fica a saber-se como ele pensa ou age em determinadas circunstâncias.

Se se lerem os blogues com isto presente, não haverá a tentação de fazer perguntas como a que me foi feita, nem haverá a tentação de se achar que se compreende o que está escrito exactamente como foi escrito, pois o que é lido nunca é igual ao que é escrito e ter consciência disto é apenas sinal de inteligência.

Por isso é que, pela minha parte, leio os blogues que leio pelo prazer de ler o que está bem escrito, sem pretensões de desconstrução, de análise, de compreensão daquilo que o autor queria dizer, estava a viver ou a sentir. Não me interessa isso: interessa-me o que o autor me disse, o que as suas palavras despertaram em mim e como as posso aplicar a mim e à minha vida e nada mais.

Não sei se é assim que os blogues devem ser lidos, só sei que é assim que eu os leio. E cada um lê o que quer, como quer, onde quer. O que posso afirmar é que por aqui, só haverá "explicações" adicionais quando eu entender e se eu entender [porque, por exemplo, preciso de reflectir melhor sobre um determinado assunto]. Aqui não se encontram lições de vida porque aqui não há mestres, só há uma aprendiz. E, ainda por cima, só há uma aprendiz ávida de conhecimento, descoberta e aperfeiçoamento, o que lhe deixa muito pouco tempo escrever posts longos, como os que eu escrevo, a pensar nos outros ou para que os outros deles tirem qualquer vantagem. Se tirarem, óptimo para eles. Se não tirarem, é porque não tinham de ou não podiam tirar.

© [m.m. botelho]

31.8.11

havemos de rir?

fonte: visto aqui

Ou então, não. Se calhar, há coisas, por muitos anos que passem, por muito silêncio que se instale, por muita insignificância que se lhes atribua, das quais não seremos capazes de rir. Nem mesmo se pertencermos àquele grupo de pessoas cujo objecto de humor preferido é a sua própria vida, como é o meu caso. Simplesmente, porque há coisas que não são risíveis. E não vale a pena fazer malabarismos quanto a factos incontornáveis: não são risíveis, não têm piada, não têm a capacidade de nos desenhar sequer um sorriso no rosto, quanto mais uma gargalhada. Não são risíveis e ponto final.

© [m.m. botelho]

Notas: 1. A imagem que ilustra este post não está aqui por acaso, obviamente. 2. Já a inspiração para o título deste post fui buscá-la à peça de teatro «Havemos de rir?», da autoria da escritora portuguesa Maria Judite de Carvalho [1921-1998].

22.8.11

o que faz as noites

A noite de sexta-feira e a de sábado passados foram, provavelmente, as duas noites mais quentes e mais agradáveis do ano até agora. Para mim, foram duas noites excepcionais. Hoje [é uma da manhã de segunda-feira], chove e até já trovejou. Quem comparar a noite anterior com esta, quase não acredita que aconteceram em dias seguidos.

Sucede que o que faz as noites não é a meteorologia, mas a companhia. Daí as minhas, independentemente dos graus que o termómetro marcou, terem sido todas absolutamente excepcionais.

© [m.m. botelho]

19.8.11

"guê érre"

Esta manhã, ligo para casa da minha Mãe e ouço o meu sobrinho-afilhado a palrar imenso. Pergunto o que está a fazer e a minha Mãe responde-me que ele está a ler uma receita de biscoitos a partir de um livro de culinária. Está a ler-lhe impecavelmente os ingredientes [não falhou nenhum], sendo que insiste particularmente para que a Avó não se esqueça da canela. Diz o número de ovos necessários e as medidas quase todas certas. Sabe ler "300", mas não sabe que "gr." é a abreviatura de gramas, por isso lê "300 guê érre de farinha".

São três anos feitos há pouco mais de um mês, mas isto já é assim há uma data de tempo. Lê receitas, notícias e rótulos das embalagens todas que apanhar à mão. Este rapaz deixa-nos de queixo caído. Completamente.

© [m.m. botelho]

18.8.11

«te quero livre»


Marisa Monte. «A sua».
Do álbum compacto «Marisa Monte» [2001].

«Eu te quero livre também, como o tempo vai e o vento vem.»
É extraordinário quando quer nos quer, nos quer livres. É simplesmente extraordinário, caramba! :)

© [m.m. botelho]

sinceridade

«A sinceridade nunca foi um assunto com que tivesse muitos problemas. Há pessoas que reagem mal, mas isso é problema delas.»
Pedro Mexia, 17.08.2011, em entrevista ao jornal «i»

Estas palavras não são minhas, mas poderiam ser. Concordo absolutamente com a observação de que o busílis das relações humanas não está na honestidade dos que dizem o que pensam e o que sentem, mas sim nos que ficam incomodados quando as pessoas o fazem. É, sem dúvida, muito mais fácil fazer fretes e ser sempre piedoso com os outros, não vão eles sentir-se melindrados.

Sucede que eu nunca apreciei facilitismos: desinteressam-me profundamente, fazem-me "perder a pica". De igual modo, também nunca apreciei gentilezas convencionais, nem dos outros para comigo, nem de mim para com os outros. Digamos que não sou insondável, mas também não sou previsível, porque raramente faço "o que é suposto", embora seja extremamente rigorosa na boa educação com que o faço [prezo muito o berço e o chá que me deram o privilégio de beber quando era pequenina].

Os meus golpes de misericórdia são, por isso, muito poucos, mas quem gosta de mim sabe isso e sabe que só pode gostar se aceitar isso. É por isso que eu não sou para todos, sou só para os que me merecem. Ora, como não me falta quem goste de mim, quem me queira bem e quem me ame e lide bem com a minha sinceridade [enchem uma mão, talvez, mas enchem todo o espaço disponível na minha vida para receberem em retorno tudo aquilo a que têm direito], não me falta nada, absolutamente nada no que aos afectos concerne e a sinceridade não é, nem poderia ser, um entrave nas minhas relações pessoais. Quanto aos que não gostam disso, bem, usando a expressão do Pedro Mexia, «isso é problema deles».

Tenho cá para mim que se cada um tomasse consciência disso e deixasse de apontar o dedo ao vizinho só porque ele lhe disse umas verdades nas lindas trombas e se preocupasse mais em avaliar o seu comportamento em vez de fazer tergiversações psicanalíticas do comportamento alheio, o mundo talvez fosse um lugar um bocadinho melhor, mas para isso era preciso que fossemos todos da mesma cêpa e, infelizmente, não somos. É, também por isso, que o Pedro Mexia está coberto de razão. Claro que eu só podia mesmo concordar com ele.

© [m.m. botelho]

16.8.11

consequências

fonte: visto aqui

Eis um facto que todos conhecemos, mas que às vezes esquecemos. A vida, essa em que não há almoços grátis, encarrega-se sempre de nos lembrar que assim é e que assim sempre será. Sempre. E isto não tem nada de paradoxal. Tem é muito de murro no estômago, isso sim, e de instrutivo, quando há perspicácia suficiente para aprender.

© [m.m. botelho]

10.8.11

um "sonho lindo" de olhos abertos

Os sentimentos mais arrebatadores, como a paixão e o amor, têm como efeito fazer-nos pensar no objecto dos mesmos desde que acordamos até que nos deitamos. Desconheço se terão também o efeito de nos fazer sonhar com ele, o objecto da nossa afeição, visto que num ano e tal (contado com precisão) me recordo de apenas quatro sonhos (devidamente anotados num caderno de capa preta) e nenhum deles votado ao assunto (talvez porque os afectos foram definhando e há já muitos meses desse ano que não existiam). Agora, que existem, o estado de coisas mantém-se: não me lembro de nadinha do que sonho... ainda!

É algo que me entristece, o facto de não poder resgatar o meu material onírico para depois discorrer sobre ele quando estou acordada. Por outro lado, pensando bem, talvez isso seja uma bênção. Se já tenho tanto a ocupar-me a mente quando estou acordada (desde que abro a pestana até que a fecho para o sono dos justos), como teria eu tempo para me debruçar sobre o que penso quando estou a dormir? Não teria, seguramente.

Há quem me diga que haverá de chegar o dia em que recordarei os sonhos com toda a naturalidade do mundo e que aquelas páginas agora em branco do caderno de capa preta ficarão cheias de palavras. Durante muito tempo, olhava para elas e via as linhas azuis claras debaixo de palavras que não estavam lá escritas, mas que eu gostaria que estivessem. Sim, durante algum tempo, eu quis muito sonhar com isto e aquilo (que eu sei o que é, mas não quero escrever aqui). Agora, não quero sonhar com nada. Não sei se o dia da recordação virá, não quero saber. Ando a viver uma espécie de "sonho lindo" de olhos abertos e isso faz-me tão bem e é tão bom que, sinceramente, pouco me importa o que a minha cabeça processa quando está em modo "às escuras". Estou acordada e a viver, mas a sonhar em simultâneo e isso basta-me.

Ora, depois de uma extraordinária viagem a Israel, o que mais é que uma alma simples como a minha pode pedir? Nada. Não posso pedir nada e nem sei como agradecer tudo isto. Acho que vou só aproveitar e desejar, com todas as forças, que nunca acabe. Sim, porque há sempre um sonho que é o último e eu quero acreditar com todas as forças que este é o meu. Já acreditei outras vezes e enganei-me, mas eu nunca disse que desistia daquilo que quero com facilidade e tudo por uma simples razão: porque não desisto. Não desisto, não, por isso é que sei que haverá de chegar o dia em que acertarei no alvo e o sonho perdurará e será o último: bom, pleno, feliz e perene.

Deixemos o tempo fazer o seu trabalho e as cãs assomarem mais, que ainda são muito poucas. Eu estarei cá, de bilhete na mão, para verificar o resultado da minha aposta, com igual coragem para descobrir se será bom ou mau. Deixar de apostar é que não. Deixar de sonhar acordada é que nunca.

© [m.m. botelho]

7.8.11

more to life

© Hugh MacLeod
fonte: gapinvoid.com

Passaram três semanas em que estive em três destinos diferentes e, por isso, há muito para registar. Sucede que tudo o que me apetece agora é viver e não, propriamente, escrever sobre o que tenho vivido, não obstante o facto de que o que tenho vivido tem sido absolutamente maravilhoso e inesperado. Estou a amar, a vida e não só, e isso ocupa-me demasiado o corpo, a mente e o tempo para que possa vir aqui, para já, escrever sobre isso. Agora vou só aproveitar o que a vida me dá e dar graças.

[Deveria acreditar mais nos horóscopos. Às vezes, têm mesmo razão. E na minha intuição também, que até agora e incrivelmente ainda não me abandonou.]

© [m.m. botelho]

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