© explodingdog | bright colors | 2002
1.4.15
15.3.15
instantâneos [56]
Palácio dos Melo. Antiga Faculdade de Farmácia, actual extensão da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Do interior da sala 1.1, no dia 2015.03.13.
Do interior da sala 1.1, no dia 2015.03.13.
Etiquetas:
fduc,
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instantâneos
4.3.15
«quebra-esquinas»

fonte: web
na imagem: Marlon Brando (s.d.)
A palavra do dia de hoje do dicionário online da Priberam é «quebra-esquinas», que tem dois significados, ambos informais. O primeiro é «pessoa que não tem ocupação ou não faz nada (ocioso, tunante, vadio, vagabundo)» e o segundo é «pessoa que gosta de namorar ou tem muitos namorados ou namoradas (namoradeiro, namoradiço, namorador)».
Em suma e em síntese, «quebra-esquinas» é epíteto que assenta tanto a um sujeito que evita trabalhos como a outro que passa a vida a meter-se numa carga deles.
Em suma e em síntese, «quebra-esquinas» é epíteto que assenta tanto a um sujeito que evita trabalhos como a outro que passa a vida a meter-se numa carga deles.
Etiquetas:
gostar de palavras,
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português
3.2.15
instantâneos [55]
© JM Lopez/AFP/Getty Images
fonte: The Dark Room. The Baltimore Sun [photo 7]
fonte: The Dark Room. The Baltimore Sun [photo 7]
Uma boneca abandonada entre os escombros.
Bairro de Saif al-Dawla, Aleppo, Síria.
2013.09.19
Bairro de Saif al-Dawla, Aleppo, Síria.
2013.09.19
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direitos humanos,
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sociedade
31.1.15
o.O

fonte: vintageEYEwearLOVEr
Uma das decorrências mais maravilhosas de escrever um blogue é o facto de não se ser levado demasiado a sério. Talvez nenhuma outra plataforma de escrita ofereça tanto esta vantagem (sim, é uma vantagem) aos utilizadores quanto o blogue.
Ser-se levado demasiado a sério pode, por um lado, ser castrador para quem escreve e, por outro, ser enganador para quem lê. Quem escreve não pode ter preocupações sobre a forma como o que escreveu será interpretado, porque, de outro modo, haveria de ficar de tal forma petrificado pelo receio da má interpretação que acabaria por nada escrever. Já quem lê, não pode concluir que há apenas uma forma de interpretar o que foi escrito, ou melhor, poder até pode, mas não deve, porque incorrerá no equívoco de achar que sabe, quando na verdade não pode, de todo, saber.
© [m.m.b.]
Ser-se levado demasiado a sério pode, por um lado, ser castrador para quem escreve e, por outro, ser enganador para quem lê. Quem escreve não pode ter preocupações sobre a forma como o que escreveu será interpretado, porque, de outro modo, haveria de ficar de tal forma petrificado pelo receio da má interpretação que acabaria por nada escrever. Já quem lê, não pode concluir que há apenas uma forma de interpretar o que foi escrito, ou melhor, poder até pode, mas não deve, porque incorrerá no equívoco de achar que sabe, quando na verdade não pode, de todo, saber.
© [m.m.b.]
9.11.14
muro
Um muro divide, demarca, separa, autonomiza, afasta.
E destrói-se.
[no 25.º ano após o derrube do "muro de Berlim": 1989.11.09 - 2014.11.09]
© [m.m.b.]
E destrói-se.
[no 25.º ano após o derrube do "muro de Berlim": 1989.11.09 - 2014.11.09]
© [m.m.b.]
5.11.14
cool & calm
«[T he successful person] is always prepared. Even in failure, he is composed. He is not easily discouraged. [He] considers his struggles to be a kind of sport, and he approaches them as he would a game. He contends with life's difficulties in a relaxed and pleasant manner. He keeps a clear head even when things go wrong. And please believe me when I tell you: successful people are never sore losers; they're the ones who don't whine and give up after every failure. Indeed, they are the ones who keep their chins up, weather life's misfortunes, and live to fight another day. Who will be first to fail the test? The timid and the faint of heart. The whiners, the complainers. He who goes to the exam cool and calm is already halfway there. Such people are in great demand today. That is, I believe, the secret of success.»
Water Benjamin cit. in
Rosenthal, Lecia (ed.) - Radio Benjamin (Jonathan Lutes (trad.)). London: Verso, 2014.
Rosenthal, Lecia (ed.) - Radio Benjamin (Jonathan Lutes (trad.)). London: Verso, 2014.
Etiquetas:
citação,
lembretes,
livros,
objectivos
16.6.14
27.5.14
in extremis
E quando eu penso que isto não pode bater mais fundo, venho a saber que há um tipo à frente de um computador que escreve num oráculo de um telejornal "extra-munção" em vez de "extrema unção".
O céu é o limite - principalmente agora, depois do sacramento final.
© [m.m.b.]
O céu é o limite - principalmente agora, depois do sacramento final.
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e-mail: viagensinterditas @ gmail . com [remover os espaços]
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algumas notas importantes sobre os direitos de autor
» O âmbito do direito de autor e os direitos conexos incidem a sua protecção sobre duas realidades: a tutela das obras e o reconhecimento dos respectivos direitos aos seus autores.
» O direito de autor protege as criações intelectuais do domínio literário, científico e artístico, por qualquer modo exteriorizadas.
» Obras originais são as criações intelectuais do domínio literário, científico e artístico, qualquer que seja o seu género, forma de expressão, mérito, modo de comunicação ou objecto.
» Uma obra encontra-se protegida, logo que é criada e fixada sob qualquer tipo de forma tangível de modo directo ou com a ajuda de uma máquina.
» A protecção das obras não está sujeita a formalização alguma. O direito de autor constitui-se pelo simples facto da criação, independentemente da sua divulgação, publicação, utilização ou registo.
» O titular da obra é, salvo estipulação em contrário, o seu criador.
» A obra não depende do conhecimento pelo público. Ela existe independente da sua divulgação, publicação, utilização ou exploração, apenas se lhe impondo, para beneficiar de protecção, que seja exteriorizada sob qualquer modo.
» O direito de autor pertence ao criador intelectual da obra, salvo disposição expressa em contrário.
» O direito de autor protege as criações intelectuais do domínio literário, científico e artístico, por qualquer modo exteriorizadas.
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